sábado, 9 de maio de 2026

Um Dia Depois

 Quico e Ventor

... mais flores, e não só, nos caminhos do Ventor!

O Ventor tem o Blog "Flores da Vida". Ele uma vez quis que fosse eu a tratar das Flores da Vida mas, se fosse assim, eu teria de tomar conta daqueles blogs todos e dos fotoblogs e, por isso, ficaram por conta dele. Mas depois de eu ouvir a minha dona sobre este fim de semana deles, hoje também vos vou falar aqui de flores.

Desde 6ª feira, à noite, que o Ventor voltou a conviver com alguns de seus amigos de outros tempos, mas eu sei que os que andam por outras paragens também terão estado presentes. Isto é sempre assim!



Os fofos de Belas

No domingo de manhã, para variar, deram um saltinho a Belas para atacar os Fofos! O Ventor comeu os seus dois fofos porque a minha Dona recordou-lhe que, em Belas, ainda existem os fofos. Os fofos de Belas são uma guloseima saloia. Eu já vi o Ventor criticar o Seabra por levar fofos de Belas para os seus adversários «bolísticos» na televisão. Ele disse que eu ouvi: "aquele não percebe nada de bolos! Levou-lhes os fofos esquecendo os travesseiros e as queijadas de Sintra. Será que os fofos foram mais fáceis de envenenar? Eu cá não os comia"!

 Depois saíram de Belas magicando onde iriam almoçar. Sesimbra? Setúbal? Isto alvitrou a minha Dona. Mas deixaram-se levar até que rumaram a Mafra. O Checa encontrava-se por ali e nada melhor que mais um encontro! Entretanto combinaram encontrar-se em Mafra para o almoço, porque as enguias que o Checa iria devorar, algures, por qualquer razão, refugiaram-se nas calendas dos rios, safando-se assim aquelas "belas flexíveis".

Se calhar valia mais um ensopado de iroses ali para os lados de Marinhais.



A ponte romana de Cheleiros

No caminho para Mafra, o Ventor alvitrou pararem no lugar de Cheleiros para fotografarem a ponte romana.

Era uma pequena caminhada que o Ventor andava para fazer há muito tempo e, desta vez, desceu ao rio, mais o Alex, atravessaram a ponte como romanos e fotografaram tudo em volta sob o olhar ridente do nossso amigo Apolo.

A ponte romana de Cheleiros e a beleza da margem esquerda daquela ribeira onde os patos se banhavam, são belezas a reter. Foi ali, na sua margem esquerda e encosta acima, que, mais uma vez  a Primavera dialogou com o Ventor.



Convento de Mafra

Depois seguiram até Mafra e, pela primeira vez, o Ventor entrou naquela casa grande do Senhor da Esfera ... aquela grande mansão, preparada por D. João V que, talvez, por castigo, foi colocado em frente, sempre a observar a sua obra.

Naquela mansão do Senhor da Esfera, o Ventor fotografou tudo sem utilizar o flash e, assim, foi observando as capelas daquela obra gigante.

Encontraram-se com o Checa, foram almoçar ali perto e, depois, o Checa quis que o Ventor e seus companheiros de caminhada tivessem mais um encontro com a Primavera na quinta do seu amigo Martinho.



Pessegueiro florido

Mal o Ventor saíu do carro, sentiu logo o cheiro agradável da "Sempre Perfumada", como o Ventor lhe chama. Como sempre, a Primavera, linda como é, apareceu, ao Ventor, bem cheirosa.

O Ventor disse-me, a sonhar, como a Primavera lhe apareceu na Quinta do amigo do Checa. Ela caminhava entre as pereiras, as ameixieiras, os pessegueiros, .... mais bela que nunca.



Flores da amendoeira

Caminhava descalça com uns aros feitos de flores de pessegueiro, de flores de pereira, de flores de ameixieira e outras, em cada perna, sobre os tornozelos;

Trazia na cabeça, sobre os cabelos dourados, uma áurea de flores feita com flores de pessegueiro na testa, flores de pereira do lado esquerdo da cabeça e de ameixieira do lado direito. Atrás rematava com flores e folhas de laranjeira;

Tinha sobre cada seio um belo ciclo de flores constituído apenas por malmequeres;

Sobre o umbigo trazia uma bela rosa;

Nos pulsos trazia umas pulseiras apenas constituídas por margaridas;

Da cinta até às coxas, vinha enfeitada com um mini-saiote feito com todas as flores onde predominavam as rosas e uma espécie de cinto que o segurava era feito apenas com flores de amendoeiras, como aquelas que o Alex mandara do Algarve por altura do Carnaval;

A  fivela do cinto era feita de diamantes e o diamante central reflectia a cara bonacheirona do nosso amigo Apolo que nos observava.



Flor do marmeleiro

Foi assim que o Ventor me descreveu o modo como a Primavera se apresentou.

Mais uma Páscoa

  Quico e Ventor

Marrupa, 1968 - Domingo de Páscoa.

O Ventor, desde que o conheço, todas as Páscoas me fala das vossas sagas! Desta vez, agora que alguns de vós já têm conhecimento do "sítio nético" onde estamos, ele fala, directamente, deste nosso sítio, para todos aqueles que sabem da nossa existência. Para vós e para todas aquelas que já  foram ou são ainda, as vossas grandes companheiras de outras caminhadas - Especialmente, as vossas esposas.

Algumas, o Ventor teve o grato prazer de vir a conhecer, naquele lindo encontro na casa do nosso grande  amigo, em Alfundão. Para todas elas, um beijinho muito especial, do Ventor da minha dona e também meus - este vosso amigo Quico.

Escutem o Ventor:

«São 40 anos que passaram por nós!

São 40 anos que, de domingo em domingo de Páscoa, eu aprecio esta imagem de nós todos que, então, se encontravam naquela que foi, e ainda é, Marrupa!

Marrupa, Domingo de Páscoa de 1968

E a Páscoa de 1968, em Marrupa, é a única que recordo, pela foto e pelas três amêndoas. A Páscoa que passei, no ano seguinte, em Npva Freixo, pouco me diz.

Hoje, Dmingo de Pácoa,  vou comer as minhas 3 amêndoas, como nesse dia e como todos os outros que ouve desde então. Se alguém comeu mais que três, foi batoteiro! Três foram quantas me calharam!

Para todos vós, que resistiram  a essa e outras sagas da sua grande caminhada, os votos de que as amêndoas não vos faltem  em nenhuma Páscoa da vossa vida.

Vocês nem imaginam a alegria com que tenho, pelos anos fora, olhado essa fotografia! Este ano reparo nela num misto de algeria pelos que cá andamos e de trsiteza, porque fui informado que o Piloto Aleixo também já tinha falecido.

Recordo bem a garra com que ele comia essa sopa!

Eles, os que partiram, continuam connosco, porque o nosso coração estará sempre junto deles, na recordação desse nossos velhos tempos.

Para todos vós, para todos os duros do Niassa, que passaram por Marrupa, Vila Cabral e Nova Freixo, os meus votos de mais uma Páscoa cheia de saúde, e  um abraço simbólico com as minhas três amêndoas, como as de Marrupa. Este abraço, estende-se às vossas esposas que passaram por Alfundão e a todas as outras que não conheço. Elas, as nossas companheiras das outras caminhadas, são a nossa outra metade das nosss vidas»!

Tiro s

Tiro sempre três para mim. Podem ficar 

Aos Duros do Niassa

 

 Quico e Ventor

Sou o Goldfinger!

Lembram-se de mim?

Eu regressei ao Planeta Terra, pelas mãos do Ventor, para vos saudar.

A todos os Duros do Niassa que conviveram comigo, por aquela terra linda a que chamávamos Vila Cabral, actual Lichinga, o meu abraço.

O Ventor quer que eu o acompanhe por aqui para permanecermos, juntos, a vosso lado.

Eu fui um cão feliz enquanto convivi convosco, mas já nessa altura sofria muito. Todos vocês chegavam e partiam num ápice. Eu arranjava amizade convosco e depois perdia-vos! A Leoa dizia-me: "deixa-os ir Gold, assim como assim, não nos ligam"!

Mas eu sei que ligavam e sei que, caladinhos, choravam, ao partir, enquanto eu chorava sempre ficando para trás.

Depois, bem, depois, nem vos conto! Apenas, vos digo o que disse ao Ventor!  Vieram os outros e mataram-nos, descarregando sobre nós, sobre mim e os meus companheiros, pobres animais, as suas frustrações terroristas! Não, não tenham vergonha! Era assim que lhe chamavam, lembram-se?

Eu tive muitos amigos, cada um de vós era um amigo, mas chorei pelo Ventor e sei que o Ventor chorou por mim.

De momento, aproveito para vos saudar, mas voltarei para conversar convosco!


Vila Cabral, 1969, travões ao fundo!

Lembro-me de correr ao lado do Ventor para chegarmos rápido. O Leiria da Torre, na frequência civil, avisou que os céus estavam disponíveis e podiam avançar. O avião da frente não ouviu a mensagem e o de trás ia para cima dele. Para evitar danos maiores, travões ao fundo e afocinhou!

Olá, Duros!

domingo, 12 de abril de 2026

A História de Lumi

 | Ventor 06.05.24

Lumi

Este podia ser o Lumi, um búfalo de cuja história o Ventor dá apenas um cheirinho. Era um búfalo que caminhava entre a serra de Mecula e o rio Lugenda.

Esta é a sua história.

AB6, um marco nas nossas vidas

 | Ventor 30.06.24

Um Marco, na vida de todos que cheiraram aquela terra molhada, nos calores de Moçambique, nos calores de África!


O Hangar do AB6, o meu primeiro hotel no AB6, em 31 de Janeiro de 1968. Um por todos e todos por um! Homens, aviões, bombas, melgas, percevejos e, ... tudo o mais 

Uns construíram esse marco desde a recruta, depois nos seus vários cursos, na Base Aérea 2, (o Curso de Telecomunicações, no meu caso, do Coutinho, do Checa e do LM) mas, outros, só o passaram a construir desde Moçambique. Desde a Ota, eu e o "Louco da Malásia" que O Senhor da Esfera já lá tem (memórias inesquecíveis) e, desde Moçambique, mais precisamente, no Triângulo do Niassa, Nova Freixo, Marrupa, Vila Cabral, nós e o nosso amigo Checa, o Alex e tantos outros; hoje, alguns caminhando ao lado do Senhor da Esfera, outros à espera de um abraço e outros perdidos por aí, a pensar nas 2M, nas Laurentinas, nas Manicas, ....

Podemos esquecer tudo, mas não as caras dos nossos Companheiros de Guerra, pelo menos, os mais chegados. Não as caras de hoje, porque nos perdemos na caminhada do tempo, mas as caras de então. Tal como um daqueles exércitos chineses de bonecos, nunca mudamos porque paramos no tempo.


Era uma vez em Nova Freixo (actual Cuamba) ... da esquerda para a direita: Coutinho, Fox, LM e Checa

Alguns conhecemos-nos desde a recruta, outros conhecemos-nos pelas várias Direcções da Força Aérea, em Lisboa, outros pelo G.D.A.C.I. - Grupo de Detecção, Alerta e Conduta da Intercepção, outros pelo Estado Maior, etç. Depois vieram as mobilizações para as três frentes de África - Guiné, Angola, Moçambique. O espalhanço era generalizado. Por aqueles cantos de África se refizeram velhas amizades e se realizaram outras novas. Enquanto na Ota (Base Aérea 2), uns eram lançados nos mergulhos das recrutas, outros caminhavam para as aulas nos velhos Hangares, com livros debaixo dos braços, onde se preparavam para as diversas frentes de então, os homens que iriam substituir outros ou alargar os quadros das áreas de guerra. Em cada uma das frentes se reviam velhos companheiros que se cruzaram pela Ota, pelas Avenidas de Lisboa, nas viagens dos nossos "Over-There".

Com a nossa chegada a Nova Freixo, uns já se conheciam, outros passaram a conhecer-se. Eu, dois meses depois da chegada, avancei voluntáriamente para Marrupa, onde permaneci oito meses e meio, cercado num quadrado de cerca de 200 metros de lado, juntamente com o Louco da Malásia, o Checa, o Melo, o Coutinho, na maior parte desse tempo.


Um dia que jamais esquecerei. O Pelão está a ver se os meninos comem a sopa! Pensava eu que esta foto era da Páscoa de 1968, mas na Páscoa ou fora dela, em Marrupa, muitas vezes, era assim

Mas a mim, nunca houve arame farpado que me detivesse. As lânguas de Marrupa ainda hoje choram por mim, como eu choro por elas porque, ninguém, de certeza, gostou mais delas do que eu. Ali, seria como um velho Mercedes que não havia quilómetros que detivessem. Estava autorizado pelo nosso Comandante a fazer lá a minha comissão toda se quisesse mas, eu tinha Vila Cabral na mira e, assim, fui saltando de arame farpado em arame farpado. Os planaltos do Niassa eram ideais para mim, para realizar as minhas grandes caminhadas. Sempre me senti seguro fora do arame farpado, caminhando nas lânguas armado ou nas tabancas, apenas com a arma da amizade. Cheguei a dizer ao nosso Comandante Araújo, depois dos raspanetes que ele me dava que, para mim, caminhar nas tabancas de África, desarmado, era como caminhar nas minhas aldeias do norte. A minha gente, nas aldeias era branca, ali, os filhos da Mãe Negra eram negros mas, para mim, eram gente e valiam o mesmo!

Ele retorquia que não eram as pessoas na sua generalidade que nos queriam mal mas no meio delas poderiam aparecer aqueles que não nos gramavam e, para além disso, atravessar a pista de Nova Freixo de noite, desarmado, era sempre um perigo devido à presença dos nossos amigos "peludos". Eu sabia que era, mas não ligava! As ameaças do nosso Comandante não passavam disso. Ele era (será sempre) um homem cinco estrelas!


Era uma vez em Vila Cabral (actual Lichinga). Aos que permanecemos e aos que partiram, continuaremos juntos. A todos vós, nunca vos esquecerei 

Aliás, todos os que caminharam, pelo Niassa, a meu lado, eram cinco estrelas. A nossa amizade sobrepunha-se a tudo. Uma amizade que ainda hoje perdura. Foi por essa velha amizade que existiram Peniche, Golegã, Alfundão, Mafra, Ria e outras ocasiões. É certamente por essa velha amizade que existe esse Grupo AB6, é por essa velha amizade, que se preparam os almoços que têm como objectivo olharmos-nos, mais uma vez que seja, olhos nos olhos. É em nome dessa amizade que se juntam dois ou três, nos copos, que há vindimas, que as empresas de telecomunicações vão enriquecendo e é, em nome dessa velha amizade, que estou aqui a penicar no teclado, relembrando a todos que continuamos. Cada vez menos, mas continuamos!

Por isso, a todos do Grupo AB6, aos que conheço e aos que não conheço, deixo aqui o meu abraço. Espero que este dia de hoje, o dia do almoço de todos os que quiseram e puderam ir, tenha sido mais um MARCO nas vossas (nossas) caminhadas.

Um abraço, a todos os Duros do Niassa.


Que a Luz perdure para sempre, nos trilhos da nossa existência

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

Mensagem do Quico

 | Ventor 15.08.04

Tenho ouvido muitas histórias ao Ventor, sobre a sua passagem pelo Continente Africano, especialmente, por Moçambique. O Ventor, além de ter passado por Moçambique, também fez uma visita turística a Ceuta, alguns tempos depois. 

Por isso e como gosto de ouvir essas histórias ao Ventor, vou falar-vos sobre o Ventor em África e, mais precisamente, sobre o Ventor, em Moçambique.

Quico

É isso, amigos!

Estou aqui, nesta outra janela, para vos falar da estadia do Ventor por terras de África. Claro que estou autorizado pelo Ventor, senão nem me atrevia a relatar, aqui, este pequeno grande nicho da sua vida!

O Ventor conta-me as histórias a 100%, mas eu, nalguns casos, só vos posso contar aí a 30-40%, para não melindrar ninguém. Sim porque, como devem calcular, as guerras causam melindres a muita gente e, daí, falar-vos, apenas e só, da estadia do Ventor por aquelas paragens lindas da «Mãe Negra».

Com o tempo,falarei das suas passagens por Luanda e Lourenço Marques (hoje Maputo), da sua pequena estadia de 4 dias em Nacala, da sua viagem na automotora para Nova Freixo (Cuamba), e das suas estadias por Nova Freixo (hoje Cuamba), por Marrupa e por Vila Cabral (hoje Lichinga).

Darei umas pinceladas sobre os rios Lugenda, Rovuma, Messalo e Lúrio. Não esquecerei o Lago Niassa e os povos daquela bela terra do Niassa, os Ajauas, os Macuas e os Nianjas.

Também não poderei deixar de dar algum cheirinho da guerra que por lá se travou, mas muito pouco para o cheiro a pólvora não se tornar enjoativo. Tudo isto vos irei contando a brincar!

Claro que darei prioridade a alguns amigos do Ventor - leopardos, hienas, leões, fococheros, changos, pacaças, patos, rolas, pombos, perdizes, codornizes, escorpiões, mamba negra, mamba verde, ... e, não esquecerei os seus Companheiros de Guerra.

Tudo isto, claro, pela linda terra a que chamamos Moçambique.

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

Base Aéra 2

 | Ventor 28.04.24

E lá cheguei eu e os outros à Base Aérea 2 na Ota. Fomos apresentar a guia de marcha e em fila indiana. Eu fui o número 68 e os alentejanos que se encontravam atrás de mim tentaram empurrar um alentejano para a frente para ser o 68 e eu ser o 69. Pobrezitos! Se calhar achavam que eu tinha nascido num qualquer subúrbio de uma cidade alentejana. Mas enganaram-se porque eu nasci na serra de Soajo e habituei-me a olhar as coisas de cima para baixo.

Porém, esse alentejano que iria ser empurrado para a minha frente, era um bom rapaz e fomos bons amigos. Puseram-lhe a alcunha de Chaparro e essa é a razão porque agora não recordo o nome dele. Mas ainda nos vimos pouco tempo antes de ele falecer, há cerca de dois, três anos. Nem imaginam as chicotadas que apanhamos quando recebemos estas más notícias.

Recebemos as fardas e o calçado e só tive sorte com um par de botas. O resto foi tudo numa espécie de feira de trocas baldrocas. E lá iniciamos a nossa recruta a 1ª de 66.

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

Moçambique

AB6 - Nova Freixo Vexiloide de Alexandre Magno O meu amigo de Marrupa Na rota do meu amigo Apolo...