sábado, 26 de julho de 2008

Outra festa na Ria

   Quico e Ventor 26.07.08

Pois foi mesmo! Mais uma festa, na Ria!

No dia 28 de Junho, o Ventor e a minha Dona voltaram a partir com destino a norte, outra vez rumo à Ria para mais uma festa que durou até à tarde do dia 29! Os amigos Alex e Tina, gostaram da primeira festança que deram em sua casa, no MaIo passado, e nem deixaram passar dois meses para  fazerem outra! Nesta outra festa, tivemos também, a companhia do Fafe do AB6 que o Ventor não via há 38 anos.

Foi assim que, mais uma vez, confraternizaram os últimos 40 anos de memórias sobre um belo troço das suas caminhadas por aquelas belas terras de  Moçambique a convite do nosso amigo Alex e a sua companheira de outras guerras - a Tina.

Foi na Ria que se voltaram a encontrar o passado e o presente, nas pessoas daqueles amigos de sempre de que o Ventor me vai falando e da juventude da última geração que esteve presente nos netos desses amigos.

Mais uma vez se reviram fotos de outros tempos, se esgrimiram memórias de tempos que o vento já levou e, para nunca mais se perderem, se deram os abraços da amizade que o tempo não pode levar. 

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

domingo, 25 de maio de 2008

Mais uma vez Alfundão

  Quico e Ventor 25.05.08

Olá, amigos!

Hoje o Ventor está muito triste. Triste por não ser capaz de estar convosco e com o nosso amigo Guga nessa bela terra do Alentejo.


Guga continuará a espreitar todos e a esperar pelo Ventor

Ele tanto gostaria de estar aí convosco, mas o Senhor da Esfera anda muito zangado com o Ventor. Deve ser por se terem desentendido ele e o cavalo Antar!

Mas agora sou eu que tenho de o aturar. Ele anda fula contudo. Até comigo!

Ouçam o que ele me está a dizer!

Não? Diz que não quer que eu ponha aqui o que me está a dizer. Apenas que está muito triste e mais nada.

Mas eu contovo-vos, quero que ele se lixe!

Ele diz que apesar das doses de cavalo que tem tomado, as dores são muitas, mas o pior é que ele sente-se amarrado numa camisa de Forças! E a pior coisa para chatear o Ventor é sentir-se amarrado a uma amiga indesejável e, de momento, as amarras são muito fortes. Ele pensou em correr riscos mas, para já, estes são muito elevados e, além disso, a minha dona não iria e ele quis ir sózinho, mas pensou melhor. Agora diz que fica para a próxima. Podia estragar-vos o dia.

Nem ele nem a minha dona podem ir ver, abraçar e beijar os seus (nossos) amigos de sempre. Mas o Ventor diz que vai estar presente em todos os momentos deste dia. Vai assistir a todas as chegadas e vai abraçar todos, um a um, vai beijar todas as companheiras da vossa paz, uma a uma. Ele diz que, agora que conhece o local, não lhe vai custar nada caminhar, junto de vós, em espírito.


Não vai haver o pão-de-ló da Tina

O Ventor diz que as amarras que o ligam aos seus amigos de sempre, são muito fortes.

Ele ainda os vê caminhar dentro da farda de cor de café com leite, como há 40 anos atrás!

Vê-os sorrir, como há 40 anos atrás!

Vê-os brincar, como há 40 anos atrás!

Ainda vê os seus sonhos de há 40 anos atrás!

Há um misto de sonho e realidade que os liga ainda hoje.

Ele vê-os correr brincando, estugar o passo para entrar na labuta diária, ainda os vê sonhar com as suas casas, com as suas famílias, com as suas namoradas, vê-os rirem-se das paródias, mas sofrerem por dentro.

Os beijos dos pais, da família, das namoradas, estavam longe. Longe no tempo e no espaço. Tudo era um mistério! Ninguém previa o futuro, mas não era proibido sonhar.

Hoje, alguns, têm algumas dessas coisas e têm-se a eles. É nestes bocadinhos que voltam a andar para trás, recordando! Hoje continuam sonhando com as presenças uns dos outros e os sonhos alargam-se sempre. Sonham com Mafra, com Alfundão, com a Ria, com Massamá, com ... e também com o futuro!


Uma flor, o altifalante do Ventor.

Olá, Maralhal Recordemos sempre. You are so Beautiful!

Por isso, o Ventor diz-me que, juntos e aos abraços ou separados e doentes, eles estão amarrados para sempre, vivendo a realidade e o sonho.

Hello, Alfundão!

Aquele abraço!

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

domingo, 18 de maio de 2008

Encontro em Massamá

  Quico e Ventor 18.05.2008

A minha dona, para além de todos os males que a têm apoquentado, levou com mais um suplemento terrível. Uma hérnia discal!

As belezas do ventor 

Essa hérnia foi extripada no Hospital da Luz. Um sítio, onde aparece, em vários Placards, esta frase: "A Luz é para Todos"! Será?


Um encontro apressado, mas com muito calor humano

Por essa razão, foi a minha Dona que, desta vez,  juntou alguma desta rapaziada, nossos amigos do coração.

Foram para Massamá e deixaram-me aqui só, mas o Ventor nunca se esquece de me pôr ao corrente de tudo. Mas muitos de vós sabem que, para o Ventor me deixar só, é porque tinha de ser assim mesmo!

A minha Dona gosta muito dos nossos amigos e da nossa família mas, como uma vez não são vezes, ela preferiu dedicar o seu tempo de turbolência aos nossos Amigos de Sempre. A minha Dona queixa-se muito das suas mazelas, das dores hurrorosas que passa, mas ela consegue sempre arranjar muitos sorrisos para distribuir pelos nossos amigos e, em especial, pelos velhos amigos do Ventor que já são também dela.


Conversa-se de tudo um pouco

Mas o Ventor teima em falar comigo de coisas próprias para a humanidade e não para a gataria, ou se preferirem, para a gataridade! Ele está-me a falar do que é o amor e eu digo-lhe que, se o amor é assim tão bom, porque é que os homens andam sempre em guerra?


Rimo-nos de tudo que nos rodeias

O Ventor vai ter de me explicar melhor essas coisas! Quero falar-vos aqui de tudo e não devo, acho eu, deixar o amor de fora.

O ventor diz-me que toda a gente fala de amor, mas ninguém sabe o que é! Será que os humanos são assim tão estúpidos?

Porque falam tanto de amor e andam aos pontapés logo aos primeiros sinais de distúrbios? Mas, em Massamá, só houve amor! Uma amizade sem fim, de todos para todos e sei que a minha Dona é assim! Quando ela sofre com tantas dores, nunca me disse, "sai daqui, Quico"!


O sorriso é o trufo

Mas ela disse, isso, em sonhos! Eu sei porque o Ventor me disse, que ela sonhou isso no Hospital. "Sai daqui Quico, estás a magoar-me"! Em sonhos, eu fiz mal à minha Dona, mas ela tem sempre amor para me dar! Eu só estava triste por o Ventor a levar e não a trazer. Por isso, quando o Ventor a trouxe, dei-lhe tantas marradinhas, tantas, tantas!


Encher os pulmões de ar está na moda

E o Ventor que tem adado muito triste a tratar da minha Dona e eu só lhe estava com raiva! Eu só pensava que ele nunca mais ma trazia!

Mas vocês não conhecem o Ventor! Ele tem o melhor coração do mundo e sofre a rir! Sofre pela minha Dona, sofre por todos, mas sempre a sorrir. Se calhar aprendeu com ela ou terá sido ao contrário?

Adoro os meus donos. Os melhores momentos da minha vida é ficar deitadinho junto deles! E agora, também gostaria de agradecer a todos os amigos do Ventor e às suas Donas, por se terem preocupado tanto com a minha Dona e com o Ventor. Agora tenho a minha Dona junto de mim, cheia de dores, mas sempre continua a sorrir para mim!

Para todos vós, "a special touch of your friend, Quico"!

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

domingo, 23 de março de 2008

Mais uma Páscoa

  Quico e Ventor 23.03.08

Marrupa, 1968 - Domingo de Páscoa.

O Ventor, desde que o conheço, todas as Páscoas me fala das vossas sagas! Desta vez, agora que alguns de vós já têm conhecimento do "sítio nético" onde estamos, ele fala, directamente, deste nosso sítio, para todos aqueles que sabem da nossa existência. Para vós e para todas aquelas que já  foram ou são ainda, as vossas grandes companheiras de outras caminhadas - Especialmente, as vossas esposas.

Algumas, o Ventor teve o grato prazer de vir a conhecer, naquele lindo encontro na casa do nosso grande  amigo, em Alfundão. Para todas elas, um beijinho muito especial, do Ventor da minha dona e também meus - este vosso amigo Quico.

Escutem o Ventor:

«São 40 anos que passaram por nós!

São 40 anos que, de domingo em domingo de Páscoa, eu aprecio esta imagem de nós todos que, então, se encontravam naquela que foi, e ainda é, Marrupa!

Marrupa, Domingo de Páscoa de 1968

E a Páscoa de 1968, em Marrupa, é a única que recordo, pela foto e pelas três amêndoas. A Páscoa que passei, no ano seguinte, em Npva Freixo, pouco me diz.

Hoje, Dmingo de Pácoa,  vou comer as minhas 3 amêndoas, como nesse dia e como todos os outros que ouve desde então. Se alguém comeu mais que três, foi batoteiro! Três foram quantas me calharam!

Para todos vós, que resistiram  a essa e outras sagas da sua grande caminhada, os votos de que as amêndoas não vos faltem  em nenhuma Páscoa da vossa vida.

Vocês nem imaginam a alegria com que tenho, pelos anos fora, olhado essa fotografia! Este ano reparo nela num misto de algeria pelos que cá andamos e de trsiteza, porque fui informado que o Piloto Aleixo também já tinha falecido.

Recordo bem a garra com que ele comia essa sopa!

Eles, os que partiram, continuam connosco, porque o nosso coração estará sempre junto deles, na recordação desse nossos velhos tempos.

Para todos vós, para todos os duros do Niassa, que passaram por Marrupa, Vila Cabral e Nova Freixo, os meus votos de mais uma Páscoa cheia de saúde, e  um abraço simbólico com as minhas três amêndoas, como as de Marrupa. Este abraço, estende-se às vossas esposas que passaram por Alfundão e a todas as outras que não conheço. Elas, as nossas companheiras das outras caminhadas, são a nossa outra metade das nosss vidas»!


Tiro s

Tiro sempre três para mim. Podem ficar 

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

sábado, 8 de dezembro de 2007

Amigos de sempre 1

  Quico e Vento 08.12.2007

Fui dar uma caminhada pelo Blog do nosso amigo Fafe e verifiquei que mais um dos Companheiros de Guerra do Ventor, foi levado para companhia do Senhor da Esfera e de que o Ventor não tinha conhecimento - Meireles (o Neca do magazine).

Os três da linha da frente, nesta foto, já nos deixaram e deixaram muitas saudades. Dos da linha de trás, o Ventor não sabe nada. Alguém sabe?

Podem ver aqui a homenagem do Fafe, às últimas partidas inesperadas dos nossos belos Amigos... de Sempre

Deixo-vos aqui o link do Blog do Fafe para, se o quiserem, poderem ouvir a Nana Mouskoury a cantar La Paloma, tal como o Chinita gostava.

O do centro, nos três da frente, é o nosso amigo Costa, que nos deixou há dias. Um terrestre entre aéreos, como diz o nosso amigo Fafe!

É assim que o Ventor vai sabendo da partida de alguns daqueles que partilharam de belos momentos das suas caminhadas mas que, por vontade do Senhor da Esfera, se foram adiantando no ciclo do tempo.

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

Amigos de Sempre

 Quico e Ventor  08.12.07

O Ventor dizia-me há dias que, quando no verão passado, passava entre as montanhas Cantábricas, tinha a sensação que ouvia sair daqueles buracos de séculos, os sons das trombetas de outrora. Que sentia no rodado das estradas das Astúrias não as botas cardadas do seu tempo, mas o som do tilintar das espadas dos companheiros de guerra do seu amigo Pelágio.
De cada encosta que se debruçava sobre os belos vales asturianos, saíam escondidas do meio das suas rochas as trombetas das forças de Pelágio e os gritos da balbúrdia dos seus homens que apelavam à vontade do Senhor da Esfera para os ajudar na luta contra os sarracenos que violavam a terra sagrada de seus avós.                                                                                                                 
 
Sempre bem dispostos e preparados para enfrentar as melgas
Agora o Ventor diz-me que os sons que sente, são outros! São os sons dos clarins que os cipaios tocavam ou mandavam tocar, nas savanas, em redor de Nova Freixo (actual Cuamba), em Moçambique. Diz o Ventor que a alvorada deles era a sua alvorada e que os jacarés do rio Lúrio e seus afluentes também acordavam ao mesmo toque.
 
Sempre aptos para prosseguirmos a nossa caminhada
 
O Ventor disse-me que hoje pressente esse toque como um apelo à unidade. À unidade dos “Duros do Niassa”. Ele diz-me que hoje aqueles que viveram esses tempos no norte de Moçambique, necessitam tanto dessa unidade como nos tempos passados. Diz-me também que o nosso amigo Apolo continua a iluminá-los tanto cá como os iluminou lá. A sua luz é eterna para todos aqueles que tiveram a união do combate! Ou, se quisermos, pelo que entendo do Ventor, todos podem continuar a manter os sorrisos de outrora desde que se encontrem por este país fora e continuem a sorrir mesmo quando a vida semeia à sua frente dificuldades que neste país é coisa que não falta.
 
Sempre preparados para o trabalho, para os nossos cigarros e os nossos copos
E o Ventor continuou a sua conversa comigo:
«Agora, Quico, tocou o clarim outra vez e, ao ouvir o toque do clarim, esse toque que nos chama à unidade, verifico com pena que nunca mais estaremos todos!
Cada vez, somos menos, cada vez que Apolo nos espreita, sempre que rodamos à sua volta, poderemos ser menos! E, por isso que cada vez estaremos mais compactos. Mais unidos! A nossa união será mais a da lembrança do passado, o clarim da presença.
Sempre prontos para o combate contra inimigos sem fim. Melgas e percevejos, sempre presentes, mas o inimigo estava por todo o lado. Por isso alguns tombaram mesmo fora do campo da batalha
Há dias, senti presente no meu coração os meus amigos de sempre. Senti o apelo da presença e para isso tens contribuído tu Quico!
Há pouco tempo tive o grato prazer de ter a companhia de alguns dos meus amigos de sempre, daqueles a quem chamo “meus companheiros de guerra” aos quais nunca esqueci. Verifiquei que os seus cabelos estão brancos, as suas barbas estão brancas, as suas rugas mais profundas. As minhas também!
 
Sempre preparados para mais uma arrancada, mesmo quando de bruços
 
 
Mas os nossos corações não mudaram nada! Estão mais velhos, talvez envolvidos por arritmias ou por pancadas descompensadas, mas todos nós continuamos com os mesmos sorrisos de outrora.
É com o coração com esse mesmo coração e com um sorriso, desta vez triste, que deixo aqui a minha homenagem a um amigo desses tempos, a um amigo que partiu mais cedo. Mais um!
Até qualquer dia Puskas.
Mas antes que essa tristeza nos tocasse, também nos tocaram as alegrias do convívio de alguns de nós.
Tive o Prazer do convívio do mais “Louco” de todos os loucos;
Tive o prazer do convívio daquele que será sempre o nosso Cheka;
Tive o Prazer da companhia do mais "valente" dos valentes;
Tive o prazer do convívio de um amigo que não via há 37 anos, o Antunes;
Tive o prazer de falar, por telefone, com o nosso “Pescadinha” que estava longe, em Luanda e com o Coutinho, aqui mais perto, nos arredores do Bombarral.
O nosso amigo “Louco” deu-lhe na “gana” de fazer uma chamada às 10 e tal da manhã e conseguiu juntar quem foi possível estar presente, em Mafra, durante a tarde e uma parte da noite. Ele veio do Alentejo e o Antunes veio do Porto, onde tinha chegado vindo daquela linda terra que fora nosso palco de guerra, noutros tempos. Moçambique! Hoje será para muitos de nós, um palco de paz. Isto, só por si, mostra a grandeza e a força dos nossos laços.
Da próxima vez, estaremos, certamente, mais e, acredito, que será o Antunes a levar o nosso abraço a Moçambique.
 
E quantas vezes nos céus de Moçambique a esperança de rumo para um amanhã diferente
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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Aos Duros do Niassa

  Quico e Ventor 09.05.2007

Sou o Goldfinger!

Lembram-se de mim?

Eu regressei ao Planeta Terra, pelas mãos do Ventor, para vos saudar.

A todos os Duros do Niassa que conviveram comigo, por aquela terra linda a que chamávamos Vila Cabral, actual Lichinga, o meu abraço.

O Ventor quer que eu o acompanhe por aqui para permanecermos, juntos, a vosso lado.

Eu fui um cão feliz enquanto convivi convosco, mas já nessa altura sofria muito. Todos vocês chegavam e partiam num ápice. Eu arranjava amizade convosco e depois perdia-vos! A Leoa dizia-me: "deixa-os ir Gold, assim como assim, não nos ligam"!

Mas eu sei que ligavam e sei que, caladinhos, choravam, ao partir, enquanto eu chorava sempre ficando para trás.

Depois, bem, depois, nem vos conto! Apenas, vos digo o que disse ao Ventor!  Vieram os outros e mataram-nos, descarregando sobre nós, sobre mim e os meus companheiros, pobres animais, as suas frustrações terroristas! Não, não tenham vergonha! Era assim que lhe chamavam, lembram-se?

Eu tive muitos amigos, cada um de vós era um amigo, mas chorei pelo Ventor e sei que o Ventor chorou por mim.

De momento, aproveito para vos saudar, mas voltarei para conversar convosco!


Vila Cabral, 1969, travões ao fundo!

Lembro-me de correr ao lado do Ventor para chegarmos rápido. O Leiria da Torre, na frequência civil, avisou que os céus estavam disponíveis e podiam avançar. O avião da frente não ouviu a mensagem e o de trás ia para cima dele. Para evitar danos maiores, travões ao fundo e afocinhou!

Olá, Duros!

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

Moçambique

AB6 - Nova Freixo Vexiloide de Alexandre Magno O meu amigo de Marrupa Na rota do meu amigo Apolo...