Quico e Ventor 24.09.09
O vosso amigo Quico foi levado pelo Senhor da Esfera.vos as suas histórias e que nunca esqueça os seus amigos de sempre.
Quico e Ventor 24.09.09
O vosso amigo Quico foi levado pelo Senhor da Esfera.vos as suas histórias e que nunca esqueça os seus amigos de sempre.

Quico e Ventor 18.09.09
Músicas africanas

Quico e Ventor 25.03.09
... mais flores, e não só, nos caminhos do Ventor!
O Ventor tem o Blog "Flores da Vida". Ele uma vez quis que fosse eu a tratar das Flores da Vida mas, se fosse assim, eu teria de tomar conta daqueles blogs todos e dos fotoblogs e, por isso, ficaram por conta dele. Mas depois de eu ouvir a minha dona sobre este fim de semana deles, hoje também vos vou falar aqui de flores.
Desde 6ª feira, à noite, que o Ventor voltou a conviver com alguns de seus amigos de outros tempos, mas eu sei que os que andam por outras paragens também terão estado presentes. Isto é sempre assim!
Os fofos de Belas
No domingo de manhã, para variar, deram um saltinho a Belas para atacar os Fofos! O Ventor comeu os seus dois fofos porque a minha Dona recordou-lhe que, em Belas, ainda existem os fofos. Os fofos de Belas são uma guloseima saloia. Eu já vi o Ventor criticar o Seabra por levar fofos de Belas para os seus adversários «bolísticos» na televisão. Ele disse que eu ouvi: "aquele não percebe nada de bolos! Levou-lhes os fofos esquecendo os travesseiros e as queijadas de Sintra. Será que os fofos foram mais fáceis de envenenar? Eu cá não os comia"!
Depois saíram de Belas magicando onde iriam almoçar. Sesimbra? Setúbal? Isto alvitrou a minha Dona. Mas deixaram-se levar até que rumaram a Mafra. O Checa encontrava-se por ali e nada melhor que mais um encontro! Entretanto combinaram encontrar-se em Mafra para o almoço, porque as enguias que o Checa iria devorar, algures, por qualquer razão, refugiaram-se nas calendas dos rios, safando-se assim aquelas "belas flexíveis".
Se calhar valia mais um ensopado de iroses ali para os lados de Marinhais.
A ponte romana de Cheleiros
No caminho para Mafra, o Ventor alvitrou pararem no lugar de Cheleiros para fotografarem a ponte romana.
Era uma pequena caminhada que o Ventor andava para fazer há muito tempo e, desta vez, desceu ao rio, mais o Alex, atravessaram a ponte como romanos e fotografaram tudo em volta sob o olhar ridente do nossso amigo Apolo.
A ponte romana de Cheleiros e a beleza da margem esquerda daquela ribeira onde os patos se banhavam, são belezas a reter. Foi ali, na sua margem esquerda e encosta acima, que, mais uma vez a Primavera dialogou com o Ventor.
Convento de Mafra
Depois seguiram até Mafra e, pela primeira vez, o Ventor entrou naquela casa grande do Senhor da Esfera ... aquela grande mansão, preparada por D. João V que, talvez, por castigo, foi colocado em frente, sempre a observar a sua obra.
Naquela mansão do Senhor da Esfera, o Ventor fotografou tudo sem utilizar o flash e, assim, foi observando as capelas daquela obra gigante.
Encontraram-se com o Checa, foram almoçar ali perto e, depois, o Checa quis que o Ventor e seus companheiros de caminhada tivessem mais um encontro com a Primavera na quinta do seu amigo Martinho.
Pessegueiro florido
Mal o Ventor saiu do carro, sentiu logo o cheiro agradável da "Sempre Perfumada", como o Ventor lhe chama. Como sempre, a Primavera, linda como é, apareceu, ao Ventor, bem cheirosa.
O Ventor disse-me, a sonhar, como a Primavera lhe apareceu na Quinta do amigo do Checa. Ela caminhava entre as pereiras, as ameixieiras, os pessegueiros, .... mais bela que nunca.
Flores da amendoeira
Caminhava descalça com uns aros feitos de flores de pessegueiro, de flores de pereira, de flores de ameixieira e outras, em cada perna, sobre os tornozelos;
Trazia na cabeça, sobre os cabelos dourados, uma áurea de flores feita com flores de pessegueiro na testa, flores de pereira do lado esquerdo da cabeça e de ameixieira do lado direito. Atrás rematava com flores e folhas de laranjeira;
Tinha sobre cada seio um belo ciclo de flores constituído apenas por malmequeres;
Sobre o umbigo trazia uma bela rosa;
Nos pulsos trazia umas pulseiras apenas constituídas por margaridas;
Da cinta até às coxas, vinha enfeitada com um mini-saiote feito com todas as flores onde predominavam as rosas e uma espécie de cinto que o segurava era feito apenas com flores de amendoeiras, como aquelas que o Alex mandara do Algarve por altura do Carnaval;
A fivela do cinto era feita de diamantes e o diamante central reflectia a cara bonacheirona do nosso amigo Apolo que nos observava.
Flor do marmeleiro
Foi assim que o Ventor me descreveu o modo como a Primavera se apresentou.
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Quico e Ventor 24.03.2009
No dia 21 de Março, Dia Mundial da Poesia, no dia seguinte ao equinócio de Março, hora a que a Primavera chegou com bagagem para ficar, o Ventor sentou-se aqui e, de corrida, fez um post para dizer ao Mundo que não se esqueceu dos seus poetas.
De seguida, sempre a correr, enquanto a minha dona pedia ao Senhor da Esfera para que a ajudasse a preparar-se para ir até Massamá buscar os nossos amigos e irem até Sintra e algures, comer um travesseiro e beber um café, escreveu o post . Lá foram mas o Alex não quis o travesseiro e, assim, nem sabe o que perdeu.
Depois dos travesseiros e do café, o Ventor foi ver como estavam as dedaleiras e encontrou estas belezas
Como sempre, o Ventor comeu os seus dois travesseiros e bebeu o seu café. A partir daí ele ficou pronto para a "guerra"! Mas como era o dia da poesia, limitou-se a sonhar que o Lorde poeta, Byron, continuava por ali, tal como ele, a admirar Sintra. Dali, desceram até Colares e, como as batatas nos Supermercados não têm prestado, lembrou-se de ir até ao cruzamento de Almoçageme e trazer dez quilitos de batatas para ver se são melhores.
Depois de apreciarem a paisagem de Sintra à Ericeira, o Alex e a Tina Atacaram a mariscada ...
Mariscada
... o Ventor e a minha Dona, atacaram a feijoada de marisco
Aqui, no César, mas não o romano
Dali romaram até à Ericeira com passagem pela Praia das Maçãs e Azenhas do Mar, não se esquecendo dos versos que há nas ruas de Mecanhelas, onde, todos os dias são dias de poesia. Almoçaram na Ericeira, e a César o que é de César, foram até ao César onde deixaram o que era dele, mas trouxeram na sua barriguinha uns marisquitos que lá couberam. Depois andaram por ali a apreciar o mar, regressando a casa e, pelo caminho, foram dar uma vista de olhos por fora, à casa nova da tia da Joana e do João que ficava, algures, no caminho do regresso.
À saída do César o Ventor tenta sempre que estes barros lhe contem uma história. Mas nada!
Por isso, foram de abalada e aproveitaram para irem espreitando o mar ...
... e as gaivotas, bailando
Esta gaivota cantou uma poesia para o Ventor
Na casa da Tata observaram os muros ainda inacabados (já estão) e espreitaram a casa, por fora mas, o Ventor, como sempre, foi meter o nariz onde não era chamado. Havia ao lado um quintal de porta aberta com galinhas e um galo, e os dois patos gansos brancos da tia da Joana que estão à guarda da vizinha. O Ventor só não conhecia os gansos brancos. O galo, o guardião do galinheiro, não gostou que o Ventor, armado em paparasi, fotografasse as galinhas e a ele sem pedir autorização. Por isso, começou a penicar o chão e sempre a olhar de soslaio, e disfarçando, foi-se aproximando do Ventor. De repente, o Ventor que não gosta nada de guerras estava enrolado em mais uma!
Pelo caminho, espreitaram Mafra lá longe ...
... e também observaram algumas ruínas por S. Miguel de Odrinha, caminhando nas suas ruas
O galo, utilizando só uma letra, o "ó", ó, ó, ó, ó, ... decidiu que não iria permitir tal afronta! Fotografar e nem pedir autorização! Mas o Ventor que dorme pouco, percebeu logo que tinha pela frente Marduk, em forma de galo! Assim, o Ventor, enquanto os outros, lá por trás, observavam a casa nova, teve de travar três combates com o galo!
Nos dois últimos combates, o Ventor ou teria de matar o Marduk, que lhe apareceu em forma de galo, ou tinha de se meter no carro que, no primeiro recuo deixara com a porta aberta. Este gajo, que até lhe apetecia meter o galo na panela, desistiu porque o Marduk de fricassé nunca será para ele. E, além disso, Senhor da Esfera sabe que, nem o Marduk pode matar o Ventor, nem o Ventor pode matar o Marduk!
Como o combate era a sério, o Ventor com a máquina na mão, chegou a ter o sapato junto da cabeça daquele galo furioso, mas desistiu do impacto, porque ele estava no seu direito de defender a sua capoeira com as galinhas e os gansos seus inquilinos.
Junto à casa da Tata, no quintal da vizinha, lá estavam os gansos brancos
E o Marduk em forma de galo, pronto para declarar guerra ao Ventor. Aqui ele está a iniciar uma investida - a primeira de três
Como o Ventor desiste da contenda, ele fica para trás com a natural característica de galo - cantando!
O Ventor só pensava como o galo poderia vir a ser um grande pitéu mas estava decidido que não seria assim. Ele continua a ser o guardião daquelas belas galinhas e o Ventor, a minha dona e os amigos, que não assistiram ao fragor da batalha, regressaram a casa, mas mais uma vez, o Ventor caminhou pelas ruas de S. Miguel de Odrinhas. Se calhar, chegou ao galo pacificado pela beleza dos muros empedrados de Odrinhas!
Lugar do Sol
A casa da tia da Joana, Tata, com obra quase acabada, onde esperamos que seja muito feliz. Será aqui o seu mundo de sonhos. Deixamos-lhe aqui um beijinho do Ventor, da minha Dona e meu (do Quico).
Quico e Ventor 27.02.09
É isto que me conta o Ventor:
«Após a minha chegada a Moçambique, especialmente, a Nova Freixo, depois de um standbye de quatro dias, em Nacala, eu levava comigo as saudades das músicas "yé-yés", francesas, anglo-saxónicas, italianas, ... a rosinha, o vira, a canaverde, a chula ...
Depois de pisar o solo de Nova Freixo, senti que o cheiro daquela terra, após uma chuvada, tinha o mesmo perfume que o mês de Maio na minha Assureira.
Quando, por ali, junto ao rio que passa em Nova Freixo, as águas das chuvas depois de uma pressipitação se evaporavam, perante o pedido do meu amigo Apolo que gostava de me agradar, eu sentia-me bem a caminhar sobre o capim verde, onde absorvia os odores evaporados da terra, tal como na Assureira depois de uma trovoada no mês de Maio. Ali, como ma Assureira, inspirava os odores mais puros que a Natureza dispunha.
Uma das minhas preferências, em Nova Freixo, era calçar as sapatilhas quando se aproximava uma grande chuvada e partir, correndo, para as margens da pista, onde fazia uma corrida mínima de 10 Kms sempre a inspirar os vapores perfumados com que a mãe África me bafejava. Era uma espécie de um bafo divino!
Por vezes ficava enxarcado como um pinto mas, como sempre podia aumentar o trajecto, acabava por secar como uma toalha ao sol, abanada pelo vento.
Outro dos meus entretimentos, por ali, era caminhar numa caçada, apreciando sempre o valor cinegético da mesma, pois enquanto caminhava sobre os novos trilhos e sobre o verde capim, continuava a ser bafejado pelos mesmos odores que levavam aquela terra de Moçambique a embrenhar-se, cada vez mais, no meu cérebro.
Comecei, também, a frequentar os locais das marrabentas, nos sábados à noite, quando se realizavam as batucadas.
Depois, por Marrupa e por Vila Cabral, com outros intervalos por Nova Freixo, fui-me sempre especializando nestes ritmos novos para os meus ouvidos.
Agora, quanto mais caminho pelas cavernas do tempo, mais vontade tenho de frequentar as batucadas de outrora. Mas o cansaço aperta e os batuques dera-os Deus, ainda me resta a possibilidade de caminhar, mesmo que virtualmente, junto com os ritmos de África".
Por isso, depois de ouvir atentamente o Ventor, achei por bem retirar do site Ventor em África e do blog Viver as Memórias, os ritmos anglo-saxões e outros e insuflá-los de outros ritmos, os africanos. Acredito que, tal como o Ventor, muitos dos seus Amigos de Sempre e outras gentes que por aqui passarem acabarão por gostar de recordar.
Lembro-me também de o Ventor me contar que num dos seus encontros com alguns dos seus amigos de Sempre, alguém imitar as batucadas de outrora e também alguém dizer: "não tenho música africana, que droga"!
Por isso, agora, sempre podem fazer as vossas caminhadas comigo e com o Ventor em África, mas com o toque dos ritmos dessa bela África.
Apreciem as músicas da Marrabenta e aproveitem para menear a cabeça e contorcer o corpo. Isso é bom. Deixem-se levar!
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Quico e Ventor 08.11.09
... mais uma vez!
Este ano de 2009 também não tem corrido nada bem para os vossos amigos Quico, Ventor e Dona. A doença da nossa dona tem-se mantido. Pegou de estaca, como as videiras!
O Quico morreu, a dona do Quico continua doente e o Ventor sente-se triste porque tem a sua cara-metade doente e a falta do seu grande amigo.
Mas antes do Quico morrer, em 24 de Setembro de 2009, tive alguns momentos do prazer da bela companhia de alguns dos meus amigos de sempre. Em 12 de Setembro, o nosso amigo Checa convidou-nos para ir até Mafra assistir às suas vindimas. O Quico ficou só, mas medicamentado e os seus olhinhos, quando chegamos, pareciam querer saber tudo. Ele cheirou-nos todos e, por isso, aposto que sabia de onde vínhamos! Ele sabia sempre os cheiros que trazíamos connosco. Ele dizia: "estiveste com A, estiveste com B, estiveste com C ... " desde que conhecesse os cheiros.
Por isso, não me admiro nada que os americanos estudem os bigodes dos gatos com um objectivo de carácter científico e militar, também não me admiro nada de haverem gatos pintores! O veterinário do Quico, o seu grande amigo, disse-me que há um livro com o título: «Os Gatos que Pintam». Sim isso mesmo! Eu não conheço o livro mas, segundo esse livro, houve um pintor que conseguiu pôr gatos a pintar paisagens. Os gatos seguravam os seus pincéis na boca, olhavam a paisagem e observando a palete, aplicavam as tintas condizentes com as cores que viam na paisagem. Não sei o que há de verdadeiro nisso mas, segundo o Vet do Quico, houve um estudo de especialistas sobre esse trabalho dos gatos mas, depois de conhecer o Quico como conheci, acredito em tudo!
Mas eu estou aqui para vos contar directamente a história que contaria ao Quico e que ele vos contaria a vós. Mesmo que imaginário, era assim!
Pegava no Quico, fazia-lhe festas, ouvíamos música, contava-lhes coisas que ele ouvia com toda a calma deste mundo e, depois, ... vocês já sabem!
Por mil e uma razões, nesse dia chegamos tarde a Mafra e o meu trabalho resumiu-se a ver as videiras cheias de cachos de uvas e a tirar umas fotos. Conviver com os nossos amigos, os amigos e a família do Checa, e também com a beleza negra dos dois Rottweilers que tiveram o azar de ficar sem os donos num acidente, mas que o S. Francisco e a família do nosso amigo Checa, têm protegido.
Uma casa da velha Irene, no meio da vinha. Um bom local para tornar o mundo mais lindo. A vinha é sem sombra de dúvida um meio adequado à caminhada da vida!
Mas, quase tudo isto, o Quico já vos contou em baixo e a festa não terminou ali!
Em 19 de Setembro, com o Alex chegado da Alemanha, recomeçaram as vindimas para nós e, mais uma vez, fomos até Mafra e, desta vez, sempre fizemos alguma coisa. Conseguimos encher uns bons baldes de uvas.
Por isso, vou terminar o trabalho que o Quico não conseguiu terminar. Vou colocar aqui um slideshow que o Quico não conseguiu porque eu também não tive vontade de colaborar. E, enquanto deixarem, os slideshows vão ficando para apreciação do que são as vindimas e para todos que se interessam pelas festas dos meus amigos, Baco e Checa.
Se tudo correr bem, se o Checa estiver pelos ajustes e se o Senhor da Esfera o permitir, para o ano, voltaremos a Mafra, e juntos, nós, os amigos do Checa, a sua família e o sempre presente Baco, continuaremos a festa!
Então apreciem com a ajuda do «Slide» que tem sido um belo Site - mais uma vez, "O Slide das vindimas de 2009".

Quico e Ventor 15.10.2008
Mas, segundo o Ventor, tiveram de fugir à chuva. Em plena fuga, encontraram a tasca do César lá pela Ericeira e por ali ficaram! Uns comeram mariscada à César e outros foram enterrados em açordas ditas de marisco, com pão feito com farinha de moleiro. Será? Este Ventor já não me conta as coisas com a mesma vontade de outrora. Tenho de adivinhar tudo e sacar-lhe as palavras a ferro!
Ah, belos tempos!
Mas não faz mal! Este maralhal divertiu-se e isso é que interessa!
Enjoy the photos!

AB6 - Nova Freixo Vexiloide de Alexandre Magno O meu amigo de Marrupa Na rota do meu amigo Apolo...