quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Vindimas, em Mafra ...

 Quico e Ventor  08.11.09

... mais uma vez!

Este ano de 2009 também não tem corrido nada bem para os vossos amigos Quico, Ventor e Dona. A doença da nossa dona tem-se mantido. Pegou de estaca, como as videiras!

O Quico morreu, a dona do Quico continua doente e o Ventor sente-se triste porque tem a sua cara-metade doente e a falta do seu grande amigo.

Mas antes do Quico morrer, em 24 de Setembro de 2009, tive alguns momentos do prazer da bela companhia de alguns dos meus amigos de sempre. Em 12 de Setembro, o nosso amigo Checa convidou-nos para ir até Mafra assistir às suas vindimas. O Quico ficou só, mas medicamentado e os seus olhinhos, quando chegamos, pareciam querer saber tudo. Ele cheirou-nos todos e, por isso, aposto que sabia de onde vínhamos! Ele sabia sempre os cheiros que trazíamos connosco. Ele dizia: "estiveste com A, estiveste com B, estiveste com C ... " desde que conhecesse os cheiros.

Por isso, não me admiro nada que os americanos estudem os bigodes dos gatos com um objectivo de carácter científico e militar, também não me admiro nada de haverem gatos pintores! O veterinário do Quico, o seu grande amigo, disse-me que há um livro com o título: «Os Gatos que Pintam». Sim isso mesmo! Eu não conheço o livro mas, segundo esse livro, houve um pintor que conseguiu pôr gatos a pintar paisagens. Os gatos seguravam os seus pincéis na boca, olhavam a paisagem e observando a palete, aplicavam as tintas condizentes com as cores que viam na paisagem. Não sei o que há de verdadeiro nisso mas, segundo o Vet do Quico, houve um estudo de especialistas sobre esse trabalho dos gatos mas, depois de conhecer o Quico como conheci, acredito em tudo!

Mas eu estou aqui para vos contar directamente a história que contaria ao Quico e que ele vos contaria a vós. Mesmo que imaginário, era assim!

Pegava no Quico, fazia-lhe festas, ouvíamos música, contava-lhes coisas que ele ouvia com toda a calma deste mundo e, depois, ... vocês já sabem!

Por mil e uma razões, nesse dia chegamos tarde a Mafra e o meu trabalho resumiu-se a ver as videiras cheias de cachos de uvas e a tirar umas fotos. Conviver com os nossos amigos, os amigos e a família do Checa, e também com a beleza negra dos dois Rottweilers que tiveram o azar de ficar sem os donos num acidente, mas que o S. Francisco e a família do nosso amigo Checa, têm protegido.

Uma casa da velha Irene, no meio da vinha. Um bom local para tornar o mundo mais lindo. A vinha é sem sombra de dúvida um meio adequado à caminhada da vida!

Mas, quase  tudo isto, o Quico já vos contou em baixo e a festa não terminou ali!

Em 19 de Setembro, com o Alex chegado da Alemanha, recomeçaram as vindimas para nós e, mais uma vez, fomos até Mafra e, desta vez, sempre fizemos alguma coisa. Conseguimos encher uns bons baldes de uvas.

Por isso, vou terminar o trabalho que o Quico não conseguiu terminar. Vou colocar aqui um slideshow que o Quico não conseguiu porque eu também não tive vontade de colaborar. E, enquanto deixarem, os slideshows vão ficando para apreciação do que são as vindimas e para todos que se interessam pelas festas dos meus amigos, Baco e Checa.

Se tudo correr bem, se o Checa estiver pelos ajustes e se o Senhor da Esfera o permitir, para o ano, voltaremos a Mafra, e juntos, nós, os amigos do Checa, a sua família e o sempre presente Baco, continuaremos a festa!

Então apreciem com a ajuda do «Slide» que tem sido um belo Site - mais uma vez,  "O Slide das vindimas de 2009".



O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Outra Caminhada por Mafra

  Quico e Ventor 15.10.2008

O Maralhal caminhando por Mafra, em 12 de Outubro de 2008.

Mas, segundo o Ventor, tiveram de fugir à chuva. Em plena fuga, encontraram a tasca do César lá pela Ericeira e por ali ficaram! Uns comeram mariscada à César e outros foram enterrados em açordas ditas de marisco, com pão feito com farinha de moleiro. Será? Este Ventor já não me conta as coisas com a mesma vontade de outrora. Tenho de adivinhar tudo e sacar-lhe as palavras a ferro!

Ah, belos tempos!

Mas não faz mal! Este maralhal divertiu-se e isso é que interessa!

Enjoy the photos!



O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

domingo, 21 de setembro de 2008

Tempo de vindimas

  Quico e Vento21.09.08

Amigos, alguns dos Companheiros de Guerra continuam juntos!

Há dias o Ventor chegou a casa quase às duas da manhã!

Eu sabia que o Ventor tinha ido ter com alguns dos seus amigos de sempre a Mafra onde iria ter um cheirinho das vindimas.


A beleza de um  cacho de uvas, tintas

Claro que, para todos eles, foi uma festa. Aliás, pela conversa do Ventor, todos se divertiram muito, e isto, porque os tempos de vindimas, são tempos de festa. É uma festa para os que participam nas vindimas sem as preocupações da rentabilidade, da qualidade da produção e de todo o trabalho que a vinha deu e irá dar mais adiante. Isso são outras contas! Neste caso, são contas para o amigo Checa. As contas dos festejantes são sempre outras!


Ficam bem nas mãos do Alex ...

Em todas as festas estoiram foguetes ou, à falta destes, as gargalhadas. O Ventor saíu de casa às gargalhadas, porque a minha dona não se arranja com a celeridade devida e porque os nossos amigos, Tina e Alex, nunca mais ouviam a campainha tocar, para a grande arrancada rumo a Mafra. Também quem não tem o costume de comer o pequeno almoço ou de o comer mal, não merece grandes preocupações matinais. A verdade é que, à chegada a Mafra, segundo me contou o Ventor, num pequeno cafézinho, pouco maior que o Ás de Paus, em Marrupa, a minha Dona e a Tina mandaram-se a uma parra todas gulosas e esfomeadas. Que melhor maneira de começar as vindimas senão com uma parra!

 


... ou penduradas nas videiras

Mas o Ventor disse que tudo correu bem desde que o nosso amigo Apolo lhe piscou o olho por entre as oliveiras, logo de manhãzinha. Eu bem o ouvi dizer: "anda Ventor. Continua a transformar a vida numa alegria. Faz dela, como costumas, uma festa"!

Também, desde que o céu esteja azul, para o Ventor tudo é festa!

Assim, sempre em festa, passaram por Massamá, onde pegaram o Alex que deixou o seu Bucéfalo nas caudelarias de S. João e romaram a Mafra, naquela sala de visitas, ali bem juntinho ao Convento, onde belas flores lhes faziam sentinela. Por ali beberam outro café, e elas comeram a tal parra e, ei-los a caminho do mundo maravilhoso do campo onde, pelo meio das vinhas, o Ventor voltou a sentir que a vida ainda pode continuar a ser realmente bela.


A vontade e a beleza das uvas

Depois de um telefonema, o Checa veio arrancá-los do meio do betão e atirou com eles para o meio das videiras, que se perfilaram para prestarem homenagem ao Ventor, que de máquina nas mãos, caminhou nos dois sentidos entre as fileiras de videiras cheias de uvas, ao mesmo tempo que apreciava o entusiasmo com que os seus companheiros, de tesoura na mão, cortavam os cachos e os metiam nos baldes pretos, ao mesmo tempo que toda a vinha era envolvida por um misterioso sorriso de Baco que, passo a passo, sempre acompanhou o Ventor, enquanto ele disparava a máquina!

Para a nossa festa só se podiam colher uvas brancas e Baco, triste, perguntava ao Ventor porque raio ele não podia ter também, o seu dia de festa. Sim porque para Baco, só as uvas tintas dão vinho!


E eis estas belezas prontas para engolir a vinhaça

Mas diz o Ventor que, mesmo com a tristeza de Baco, foi linda a caminhada entre as videiras e as uvas. Foi linda a continuação da festa que começou 40 anos atrás. Agora aproveitamos os bocadinhos possíveis para lhe dar continuidade. Foi mesmo lindo este dia de festa!

Apanharam-se as uvas brancas, fez-se o vinho branco, provaram o sumo das uvas, foram-se à patuscada proporcionada pela Teresa do Checa e, depois de tudo isto, ainda deu para uma passeata.


Mas não há vindimas sem flores

Mais uma vez, o Senhor da Esfera proporcionou este belo encontro entre o Ventor e a minha Dona, com os seus amigos de sempre entre outros. Tudo isto à sombra dos campanários do grande Convento de Mafra.


As maçãs na macieira, espreitando as uvas

Mas o Ventor ainda pôde apreciar, para além das uvas, os figos e as maçãs. E tenho a certeza que, cada vez que o Ventor colhia um figo da figueira, esta sorria, só por ver como o Ventor tocava com tanto carinho os seus frutos.


Já apreciaram bem a beleza de uma figueira? Windows Live Spaces

Amigos, alguns dos Companheiros de Guerra continuam juntos!

Já dias, o Ventor chegou a casa quase às duas da manhã. Claro que eu já estava chateado com a demora!

Eu sabia que o Ventor tinha ido ter com alguns dos seus amigos de sempre a Mafra onde iria ter um cheirinho das vindimas.

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

domingo, 27 de julho de 2008

Ladies

 

 Quico e Ventor 27.07.08

Kenny Rogers

Homenagem do Quico e do Ventor às sua Ladies

Hoje, depois de uma conversa com o Ventor, ele disse-me que lhe apetecia prestar a sua homenagem, às companhieras das suas caminhadas.

Por isso, e uma vez que o Ventor e alguns dos seus Amigos de Sempre se vão reunindo, algumas vezes, desde o seu primeiro encontro de Mafra, e como dessas reuniões sempre vão participando as suas companheiras de caminhada, nesta 3ª fase das suas juventudes, eu achei que devia fazer a vontade ao Ventor.

Por iso, resolvi dedicar a estas senhoras, novas companheiras de caminhadas do Ventor e, também, da minha dona, depois de uma segunda festa na Ria, esta linda música do Kenny Rogers - Lady!

Para todas as Ladies, dos amigos do Ventor que se têm encontrado, ultimamente, nestas últimas caminhadas, a minha homenagem e, também, a homenagem do Ventor e da minha dona.

A todas vós, Ladies!

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

sábado, 26 de julho de 2008

Outra festa na Ria

   Quico e Ventor 26.07.08

Pois foi mesmo! Mais uma festa, na Ria!

No dia 28 de Junho, o Ventor e a minha Dona voltaram a partir com destino a norte, outra vez rumo à Ria para mais uma festa que durou até à tarde do dia 29! Os amigos Alex e Tina, gostaram da primeira festança que deram em sua casa, no MaIo passado, e nem deixaram passar dois meses para  fazerem outra! Nesta outra festa, tivemos também, a companhia do Fafe do AB6 que o Ventor não via há 38 anos.

Foi assim que, mais uma vez, confraternizaram os últimos 40 anos de memórias sobre um belo troço das suas caminhadas por aquelas belas terras de  Moçambique a convite do nosso amigo Alex e a sua companheira de outras guerras - a Tina.

Foi na Ria que se voltaram a encontrar o passado e o presente, nas pessoas daqueles amigos de sempre de que o Ventor me vai falando e da juventude da última geração que esteve presente nos netos desses amigos.

Mais uma vez se reviram fotos de outros tempos, se esgrimiram memórias de tempos que o vento já levou e, para nunca mais se perderem, se deram os abraços da amizade que o tempo não pode levar. 

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

domingo, 25 de maio de 2008

Mais uma vez Alfundão

  Quico e Ventor 25.05.08

Olá, amigos!

Hoje o Ventor está muito triste. Triste por não ser capaz de estar convosco e com o nosso amigo Guga nessa bela terra do Alentejo.


Guga continuará a espreitar todos e a esperar pelo Ventor

Ele tanto gostaria de estar aí convosco, mas o Senhor da Esfera anda muito zangado com o Ventor. Deve ser por se terem desentendido ele e o cavalo Antar!

Mas agora sou eu que tenho de o aturar. Ele anda fula contudo. Até comigo!

Ouçam o que ele me está a dizer!

Não? Diz que não quer que eu ponha aqui o que me está a dizer. Apenas que está muito triste e mais nada.

Mas eu contovo-vos, quero que ele se lixe!

Ele diz que apesar das doses de cavalo que tem tomado, as dores são muitas, mas o pior é que ele sente-se amarrado numa camisa de Forças! E a pior coisa para chatear o Ventor é sentir-se amarrado a uma amiga indesejável e, de momento, as amarras são muito fortes. Ele pensou em correr riscos mas, para já, estes são muito elevados e, além disso, a minha dona não iria e ele quis ir sózinho, mas pensou melhor. Agora diz que fica para a próxima. Podia estragar-vos o dia.

Nem ele nem a minha dona podem ir ver, abraçar e beijar os seus (nossos) amigos de sempre. Mas o Ventor diz que vai estar presente em todos os momentos deste dia. Vai assistir a todas as chegadas e vai abraçar todos, um a um, vai beijar todas as companheiras da vossa paz, uma a uma. Ele diz que, agora que conhece o local, não lhe vai custar nada caminhar, junto de vós, em espírito.


Não vai haver o pão-de-ló da Tina

O Ventor diz que as amarras que o ligam aos seus amigos de sempre, são muito fortes.

Ele ainda os vê caminhar dentro da farda de cor de café com leite, como há 40 anos atrás!

Vê-os sorrir, como há 40 anos atrás!

Vê-os brincar, como há 40 anos atrás!

Ainda vê os seus sonhos de há 40 anos atrás!

Há um misto de sonho e realidade que os liga ainda hoje.

Ele vê-os correr brincando, estugar o passo para entrar na labuta diária, ainda os vê sonhar com as suas casas, com as suas famílias, com as suas namoradas, vê-os rirem-se das paródias, mas sofrerem por dentro.

Os beijos dos pais, da família, das namoradas, estavam longe. Longe no tempo e no espaço. Tudo era um mistério! Ninguém previa o futuro, mas não era proibido sonhar.

Hoje, alguns, têm algumas dessas coisas e têm-se a eles. É nestes bocadinhos que voltam a andar para trás, recordando! Hoje continuam sonhando com as presenças uns dos outros e os sonhos alargam-se sempre. Sonham com Mafra, com Alfundão, com a Ria, com Massamá, com ... e também com o futuro!


Uma flor, o altifalante do Ventor.

Olá, Maralhal Recordemos sempre. You are so Beautiful!

Por isso, o Ventor diz-me que, juntos e aos abraços ou separados e doentes, eles estão amarrados para sempre, vivendo a realidade e o sonho.

Hello, Alfundão!

Aquele abraço!

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

domingo, 18 de maio de 2008

Encontro em Massamá

  Quico e Ventor 18.05.2008

A minha dona, para além de todos os males que a têm apoquentado, levou com mais um suplemento terrível. Uma hérnia discal!

As belezas do ventor 

Essa hérnia foi extripada no Hospital da Luz. Um sítio, onde aparece, em vários Placards, esta frase: "A Luz é para Todos"! Será?


Um encontro apressado, mas com muito calor humano

Por essa razão, foi a minha Dona que, desta vez,  juntou alguma desta rapaziada, nossos amigos do coração.

Foram para Massamá e deixaram-me aqui só, mas o Ventor nunca se esquece de me pôr ao corrente de tudo. Mas muitos de vós sabem que, para o Ventor me deixar só, é porque tinha de ser assim mesmo!

A minha Dona gosta muito dos nossos amigos e da nossa família mas, como uma vez não são vezes, ela preferiu dedicar o seu tempo de turbolência aos nossos Amigos de Sempre. A minha Dona queixa-se muito das suas mazelas, das dores hurrorosas que passa, mas ela consegue sempre arranjar muitos sorrisos para distribuir pelos nossos amigos e, em especial, pelos velhos amigos do Ventor que já são também dela.


Conversa-se de tudo um pouco

Mas o Ventor teima em falar comigo de coisas próprias para a humanidade e não para a gataria, ou se preferirem, para a gataridade! Ele está-me a falar do que é o amor e eu digo-lhe que, se o amor é assim tão bom, porque é que os homens andam sempre em guerra?


Rimo-nos de tudo que nos rodeias

O Ventor vai ter de me explicar melhor essas coisas! Quero falar-vos aqui de tudo e não devo, acho eu, deixar o amor de fora.

O ventor diz-me que toda a gente fala de amor, mas ninguém sabe o que é! Será que os humanos são assim tão estúpidos?

Porque falam tanto de amor e andam aos pontapés logo aos primeiros sinais de distúrbios? Mas, em Massamá, só houve amor! Uma amizade sem fim, de todos para todos e sei que a minha Dona é assim! Quando ela sofre com tantas dores, nunca me disse, "sai daqui, Quico"!


O sorriso é o trufo

Mas ela disse, isso, em sonhos! Eu sei porque o Ventor me disse, que ela sonhou isso no Hospital. "Sai daqui Quico, estás a magoar-me"! Em sonhos, eu fiz mal à minha Dona, mas ela tem sempre amor para me dar! Eu só estava triste por o Ventor a levar e não a trazer. Por isso, quando o Ventor a trouxe, dei-lhe tantas marradinhas, tantas, tantas!


Encher os pulmões de ar está na moda

E o Ventor que tem adado muito triste a tratar da minha Dona e eu só lhe estava com raiva! Eu só pensava que ele nunca mais ma trazia!

Mas vocês não conhecem o Ventor! Ele tem o melhor coração do mundo e sofre a rir! Sofre pela minha Dona, sofre por todos, mas sempre a sorrir. Se calhar aprendeu com ela ou terá sido ao contrário?

Adoro os meus donos. Os melhores momentos da minha vida é ficar deitadinho junto deles! E agora, também gostaria de agradecer a todos os amigos do Ventor e às suas Donas, por se terem preocupado tanto com a minha Dona e com o Ventor. Agora tenho a minha Dona junto de mim, cheia de dores, mas sempre continua a sorrir para mim!

Para todos vós, "a special touch of your friend, Quico"!

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O Ventor e a sua amiga cegonha, 1969, em Vila Cabral

Moçambique

AB6 - Nova Freixo Vexiloide de Alexandre Magno O meu amigo de Marrupa Na rota do meu amigo Apolo...